IV (12/04/2008)

Puxa!!! Cheguei a pensar em não fazer, onde é que eu estava com a cabeça??? 
 
Márcio Pignatari e Rafa (Alcatéia), com uma de suas gaitas "nervosas".
 
Douglas e Pedro (Alcatéia) e Márcio Pignatari
 
Conforme esperado, foi um pouco mais light, desta vez sem manobrista, sem garçom, sem segurança, sem churrasqueiro contratado, menos gente, mais intimista e MUITO LEGAL!!! Foram 3 bandas de amigos que mandaram umas 6 horas de som predominantemente blues. Como todos se conheciam (exceto Turbo), os shows foram quase que jams o tempo todo. Em alguns momentos tínhamos nada menos que 3 guitarras tocando juntas, por falta de uma quarta, uma delas era tocada por 4 mãos, isso mesmo, 3 guitarras e 4 guitarristas tocando ao mesmo tempo... foi tão legal que talvez no ano talvez façamos assim novamente, o difícil é despistar todos os outros que também querem tocar (rsrsrs), quem sabe fazer um dias blues e outro rock? Acho que a Gláu (minha esposa) não vai concordar... (rsrsrs) 
 
3 guitarras e 8 mãos
 
Mas houve o inusitado, a Gláu tem uma prima que casou-se com um holandês, muito engraçado, e que já fala português muito bem. Estavam de visita, na casa dele, 2 casais, um suíço casado com uma chilena e um casal holandês. Além do churrasco, a Gláu fez um feijão preto com paio para acompanhar, os caras piraram no feijão preto, de noite tavam comendo feijão frio e dizendo que era "the best", bem, mas este não é o X da questão, o fato é que o holandês visitante Robert "Turbo", toca teclado numa banda de funck na Holanda!!! E disse que também adorava tocar blues. O problema é que nenhuma das bandas que iria tocar tinha teclado, portanto, imediatamente requisitei meu amigo Altair para trazer o teclado que ele tem. Apesar de a praia do Altair ser o MPB e sertanejo de qualidade, adora qualquer coisa que envolva música e prontamente nos atendeu.
 
Não tem um tal de Asdrubal que trouxe o trombone? Pois é, nós temos Altair que trouxe o teclado.
 
Turbo - direto de Amsterdam
 
Apesar de as bandas não entenderem uma palavra do que Turbo dizia e vice-versa, quando começaram a tocar, parecia que já tocavam juntos a anos. Acompanhou todas as bandas, integrando-se totalmente a elas. Todo mundo simplesmente pirou com o som.  Não demorou muito, Turbo perguntou se custava muito caro comprar uma casa no Brasil. A coisa estava tão boa, que o amigo suíço, que não toca nada, empunhou uma guitarra e fez-de-conta, só para aparecer no meio das bandas e sair nas fotos que ia levar pra casa. Fiquei sabendo depois que é vice-presidente de um banco suíço, puts, perdi a oportunidade de arranjar um sócio milionário numa catamarã... quem sabe na próxima.
 
Jam total...
 
 
André fazendo slide com um copo
 
Dá vontade de dar risada o tempo todo, só de lembrar das coisas que aconteceram.
 
Turbo fazendo os vocais em Love me two times - Doors
 
Ao procurar no youtube a banda do Turbo, achei um trecho de um som com o Márcio, que ele gravou na garagem de casa no ano passado e teve coragem de por lá. Se quiserem ter uma noção de 1% do que aconteceu em casa, acessem os links abaixo, só não cometam o erro de tirar alguma conclusão tomando como base a qualidade tosca das imagens e sons dos vídeos, é como eu disse, é 1% do tesão que foi te-los todos brincando juntos.
 
Márcio Pignatari
 
Alcatéia Blues
 
Digifunck - Turbo na Holanda
 
Fico devendo algo do André e do João, que integravam o Triblues e agora estão formando uma nova banda, os Bluesileiros.
 
"Heavy Metal, mil notas e um sentimento. Blues, uma nota e mil sentimentos"
Agner Bastoni (que não veio, há - há! o azar foi só dele)
 
Abração blues a todos
 
Ricardo 
 
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