Kiss

 
A banda mais quente do mundo comemorando os 35 anos do album Alive.
(07/04/2010)
 
Se você quiser saber como foi o Monsters of Rock em 1994, clique no link: https://sites.google.com/site/bluesrockshow/monsters-of-rock/1994---kiss---black-sabbath
 

O que dizer de 2 sexagenários que usam fantasias de couro de gosto duvidoso, pintam a cara e usam botas com plataformas enormes? Calma, não se tratam de vovós drag queen, são os fundadores do grupo de hard rock Kiss.

Se olhado de forma isolada, realmente é ridículo. Mas o Kiss é muito mais do que isso, tem quase 40 anos de carreira, com altos e baixos, é verdade, mas com uma coleção de clássicos da melhor qualidade, riffs poderosos, pirotecnia, efeitos especiais, explosões, arte cênica, tecnologia, e músicos, que dentro de suas fantasias, tornaram-se em respeitados personagens atemporais da história do rock. 

 
A soma de tudo isso os transforma na maior banda de espetáculos da terra. Foi o que levou a mim e a mais 35 mil pessoas à Arena Skol Rock (área de concentração do sambódromo no Anhembi), em plena terça-feira, 07 de abril de 2009, aliás, uma bela maneira de encerrar o último dia de meus 46 anos.
 

Gene, com seu lendário baixo em forma de machado, momentos antes de ser içado para o alto. 

Gene a 15 metros do chão com Paul no telão. 

 
Paul Stanley
 

Paul Stanley voando por cima da galera até o palco oposto.

You wanted the best, you got the best, the hotest band of the word, KISS!!! Nestes últimos 35 anos, é assim que todos os shows deles começam... cai a enorme cortina do palco e já entram tocando um petardo, com explosões e chamas enormes. Os pelos dos braços e os cabelos parecem querer se soltar do corpo a cada grave que sai pelos alto-falantes, a bateria e o baixo tocam dentro da caixa torácica. O som não é alto demais, mas o deslocamento de ar causado pelos graves é fantástico. De resto, nos deram tudo o que queríamos: Gene Simons cuspiu fogo, cuspiu "sangue", foi içado por cabos de aço para tocar numa plataforma a 15 metros de altura do palco; Paul Stanley "voou" por cima da platéia e tocou num tablado que ficava do lado oposto ao palco; a bateria de Eric Singer também levantou voo, para um belo solo; e a guitarra de Tommy Thayer soltou rojões e fogos de artifício.

 
Rock'n'roll all nite
 
Ricardo
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