Para evitar apuros com congestionamentos, sempre dou preferência ao trem, o que proporcionou a primeira agradável surpresa da viagem que se iniciava. Toda a composição era personalizada com temas ligados ao Airton Senna.
A lua refletida na asa, pouco depois de decolamos de Guarulhos, também foi marcante.
Mais de quinze horas depois, finalmente Vancouver.
Ciceroneados pelo meu sobrinho mais velho, Guilherme e sua namorada Vitória, conhecemos o que tinha de melhor nessa cidade. (31/08)
Além do Canada Place, visitamos a Gastown, que tem entre as atrações um relógio à vapor, e o Stanley Park. Mas a principal estrela do dia foi a Lions Bridge.
Visitamos também uma pequena parte do Lynn Canyon, que tem uma ponte pênsil de tirar o fôlego, um lago e muitas trilhas.
Em 01/09 aproveitamos um churrasco com o Guilherme, Vitória e um casal de amigos brasileiros, em seguida visitamos a Grouse Mountain. Um teleférico nos levou ao topo onde, entre as atrações, estão dois ursos que não puderam ser reintroduzidos na natureza, a possibilidade de praticar arborismo, se divertir numa tirolesa e fazer caminhadas por trilhas, para não falar na vista.
Em 02/09 fomos visitar ao norte de Vancouver a mais espetacular atração da cidade, na minha opinião, Capilano Suspension Bridge Park.
Apesar do ingresso caro, os quase 80 dólares canadenses valeram cada centavo. Ao fundo, a ponte pênsil com extensão de 137 metros, a 70 metros de altura (o equivalente a estar num prédio de 23 andares), sobre o rio Capilano.
A Capilano Bridge se estende sobre um cânion vertiginoso. Além da altura, balança bastante, mas é imperdível.
Belos totens esculpidos na madeira.
Depois de atravessar a ponte, enveredei pela Treetops Adventure, que se resume em andar por uma longa passarela suspensa entre árvores enormes, a uma altura bem considerável, com vistas de encher os olhos.
Outra fantástica atração do Capilano Suspension Bridge Park é o Cliffwalk. Esse semicírculo faz parte de uma longa passarela fixa às paredes rochosas do cânion, sobre o precipício. Mesmo para um cara como eu, que não se sente confortável em lugares altos, é impossível não se apaixonar pelo parque.
Para encerrar o dia com chave de ouro, fomos jantar na English Bay, na companhia de meus sobrinhos que estão dando duro na cidade. Da esquerda para a direita, Erick, Thomas, eu, Glau, OIliver, Guilherme e Vitória.